|
Título
original: Prüfungsordnung – Der Verbandes Für
Deutsches Hundewesen - VDH. Göltig AB 1.Januar 1996.
Traduzida do original alemão e cotejado com a tradução
da COAPA para o castelhano, realizada por Ortrud Kahl de Olbertz
e revisada pelo Árbitro de trabalho, Willy Miebach
M. (Chile).
Responsável pela tradução para a língua
portuguesa: Lucas Mancini
Revisão: Miguel Bove Netto
Supervisão técnica: Comissão Técnica
do Conselho de Árbitros de Adestramento da SBCPA.
Texto para a versão CBKC: Bruno Tausz.
GLOSSÁRIO
Termos
utilizados em alemão e sua correspondência em
português.
PO: Prüfungsordnung
VDH: Verband für das Deutsche Hundewesen
AZG: Arbeitsgemeinschaft für Zuchtvereines und Gebrauchshundverbände
SchH A: Schutzhund A
SchH 1: Schutzhund 1
SchH 2: Schutzhund 2
SchH 3: Schutzhund 3
FH 1: Fährtenhundsprüfung
FH 2: Fährtenhundsprüfung
BH: Begleithund
WH: Watchhundsprüfung
RPT. Rettungshund
AD: Ausdauersprüfung
Regulamento
de Provas
Kennel Clube Alemão
Comunidade de Trabalho para Clubes de Criadores e Federações
de Cães de Trabalho.
CA: Cão Adestrado
CG 1: Cão de Guarda 1
CG 2: Cão de Guarda 2
CG 3: Cão de Guarda 3
CF 1: Cão de Faro 1
CF 2: Cão de Faro 2
CE: Cão de Escolta.
PCS: Provas para Cães de Salvamento
PR: Prova de Resistência
Disposições
Gerais.
Este regulamento entrou em vigor na WUSV no dia 01 .01. 1996,
substituindo todos os outros válidos até aquela
data, nos clubes ou federações e na CBKC no
dia 17 .06. 1997.
As Provas e Campeonatos reger-se-ão por normas desportivas
quanto ao seu desenvolvimento e comportamento dos participantes.
A forma de apresentação e a avaliação
estão determinadas no Regulamento de Provas da VDH
- Alemanha. Todos os participantes devem submeter-se as disposições
deste Regulamento, e cumprir com as mesmas exigências.
Os eventos são públicos e o local, data e hora
das provas devem ser comunicados a todos os sócios.
As federações membros da AZG também estão
sujeitas às mesmas condições.
Etapas
de Provas e Idade Mínima
O Regulamento
de Provas está dividido em:
Tipo de
Prova
Sigla
Idade Mínima
Cão Adestrado
CA
18 meses
Cão de Guarda 1
CG1
18 meses
Cão de Guarda 2
CG2
19 meses
Cão de Guarda 3
CG3
20 meses
Cão de Faro 1
CF1
16 meses
Cão de Faro 2
CF2
20 meses
Prova de Resistência
PR
16 meses
Prova de Salvamento
PS
14 meses
Eventos
que não tenham caráter de Provas Oficiais, devem
seguir o regulamento especifico e próprio.
Estão
terminantemente proibidos os eventos que tenham somente demonstrações
de ataque.
Calendário
de Provas:
As datas serão fixadas pelos clubes promotores com
uma antecedência mínima de 3 meses.
Dias Reservados
para Provas:
Sábados, domingos e feriados.
As sextas feiras podem ser utilizadas somente após
as 12:00 hs e só poderão ser programadas juntamente
com o sábado e o domingo do mesmo fim de semana, quando
o número de cães assim o exigir.
As provas não poderão ser realizadas exclusivamente
às sextas feiras, exceção feita quando
coincidir com um feriado.
Um condutor não pode apresentar mais do que 02 cães
no mesmo evento e somente pode participar em uma prova por
dia.
Quando o clube promotor suspende uma prova por qualquer motivo
justificado, é necessário comunicar a decisão
ao Árbitro.
Tipos
de Provas e Quantidades de Cães Examinados por dia:
Tipo de
Prova
Examinados
Prova de Resistência
Máximo
20 seções
20 cães
Mínimo
4 seções
4 seções
Quando
se inscrevem mais de 10 cães para a prova de faro será
necessário um segundo Árbitro. Se este segundo
Árbitro supervisionar as colocações das
pistas de faro, deverá assinar também a documentação
da prova.
Divisão
de exames por quantidade de seções
CA
CG1
CG2
CG3
CF1/2
FCI - CF por dia
PS
PG
2
3
3
3
3
3
2
2
Em princípio
um Árbitro pode julgar até 30 seções
por dia e 15 nas sextas feiras. Não é necessário
somar os cães que se apresentem para exames de CAB
ao total de cães julgados nas demais provas.
O menor número de participantes inscritos para uma
prova deve ser de pelo menos 4 cães. Não serão
homologadas as provas com um número menor de cães
participantes.
Todo cão poderá repetir uma prova mal sucedida
da mesma categoria, sem carência, porém, nunca
dentro do mesmo evento.
Somente poderão ser apresentados cães sadios.
Os cães poderão competir numa só categoria
de adestramento, num mesmo evento.
Um cão aprovado em uma categoria de adestramento só
poderá prestar exame para a categoria seguinte, após
uma carência de 4 semanas.
Se um cão já atingiu a idade mínima regulamentar
não há tempo mínimo de carência
entre as provas de CG 1 / CF 1 e entre o CG e o CF.
Quesitos
para Inscrição:
Os eventos
estão abertos aos sócios de todos os clubes
filiados ao sistema FCI / CBKC.
As provas só serão reconhecidas se forem realizadas
por uma entidade de cães de trabalho pertencente ao
sistema CBKC ou reconhecida pela FCI e com Árbitro
de trabalho reconhecido pela FCI.
É permitida a participação de cadelas
no cio, entretanto, deverão apresentar-se no final
da prova. Se houver mais de uma cadela nesta condição,
se fará sorteio entre as participantes, para a ordem
de apresentação, afim de que haja igualdade
de tratamento, sempre no fim das provas dos demais.
Para campeonatos de trabalho ou de qualificação
para tal, cada clube filiado o sistema FCI / CBKC, poderá
ter regulamentos próprios para participação,
com disposições especiais.
Participantes
das Provas:
Para participar
de uma prova de trabalho tanto o condutor quanto o proprietário
do cão, devem ser sócios de um clube do sitema
FCI / CBKC.
Todo participante deve ter uma apólice de seguro para
danos contra terceiros que possam ser ocasionados pelo seu
cão.
Os cães participantes devem apresentar atestados de
vacina contra a raiva, de acordo com as disposições
vigentes.
Seja qual for o resultado de uma seção, o condutor
fica obrigado a continuar na prova em todas as seções,
sempre que o Árbitro não vir razões para
interromper a prova.
Se durante uma prova um cão se fere ou fica doente,
deverá ser conduzido ao veterinário que certificará
o fato e, se anotará: "Interrupção
por enfermidade". Porém, se o condutor se recusar
a apresentar o seu cão ao veterinário deverá
ser anotado: "lnsuficiente por interrupção".
Prova
de Caráter:
Antes
de serem admitidos para Provas de CA, CG e CF os cães
devem ser submetidos à prova de caráter, apartir
da qual, o caráter do cão estará sendo
apreciado durante o decorrer de toda a prova.
Quando, em qualquer momento da prova, um exemplar demonstrar
falha de caráter sua prova será interrompida
e, conseqüentemente excluído das etapas subsequentes.
Anotação: "Reprovado na Prova de Caráter".
Pontuação
e Qualificações:
A pontuação
máxima de cada seção é de 100.
Cada exemplar inicia sua prova com a pontuação
máxima. A cada falta cometida serão descontados
os pontos correspondentes. A pontuação mínima
para a outorga de um título de adestramento é
de 70 pontos em cada uma das seções A e B e
um mínimo de 80 pontos na seção C. No
exame de CA só será aprovado o cão que
obtiver um mínimo de 70 pontos na seção
B e 80 na seção C.
Se outorgam
as seguintes qualificações:
Exame
Excelente
Muito Bom
Bom
CF
96 - 100
90 - 95
80 - 90
CA
191 - 200
180 - 190
160 - 179
CG1 a GC3
286 - 300
270 - 285
240 – 269
Exame
Suficiente
Insuficiente
Sem Qualificação
CF
70 - 79
36 - 69
0 – 35
CA
150 - 159
71 – 149
0 – 70
CG1 a CG3
220 - 239
106 - 219
0 - 108
Se houverem
vários cães com o mesmo número de pontos,
o critério de desempate será, em primeiro lugar,
pelos pontos obtidos na seção C. Se persistir
o empate, os pontos obtidos na seção B definirão
a classificação. Se ainda assim persistir a
igualdade de pontos, se outorgará a mesma classificação
aos cães com a igual pontuação.
A
qualificação do Espirito de Luta, segurança
em si mesmo e firmeza será qualificado como:
P = Pronunciado
E = Existente
I = Insuficiente
Comportamento
dos condutores nas provas:
No inicio
do julgamento cada condutor participante, ao ser chamado,
deverá apresentar-se em atitude esportiva, com o seu
cão atrelado na guia, ou sem guia no caso de CG3, fornecendo
ao Árbitro seu nome e nome do cão.
Todo condutor participante deverá submeter-se às
orientações e indicações do Árbitro
ou da direção da prova.
O condutor deverá apresentar o seu cão de maneira
esportiva aceitável. A conduta inconveniente pode determinar
sua exclusão da Prova. As decisões tomadas pelo
Árbitro da prova, em todos os casos, é inapelável
e definitiva.
Deveres
do Árbitro de Trabalho:
As diferentes
provas deverão ser comentadas tecnicamente pelo Árbitro,
tão logo sejam finalizadas. Os pontos descontados não
precisam ser publicados.
Se vários Árbitros de trabalho julgam a mesma
competição, se tomará uma média
dos pontos outorgados.
O Árbitro não poderá julgar os cães
de sua propriedade ou de outro Árbitro que estiver
atuando no mesmo evento ou que sejam apresentados por pessoas
que habitem no mesmo domicílio.
O Árbitro de Trabalho tem direito a reposição
dos seus gastos conforme o regulamento de exposições,
de acordo com as disposições do seu clube, não
podendo abdicar desse direito.
Deveres
do Diretor de Provas:
A responsabilidade
desportiva e administrativa dos eventos locais é do
clube promotor.
O Diretor de Provas não poderá apresentar cães
e tampouco poderá acumular outras funções
durante a prova.
Em todos os eventos o Diretor de Provas deverá providenciar
um Veterinário e um Médico de plantão
para atendimentos de emergências. Quando o evento for
de maior porte deverá contratar um serviço de
atendimento mais completo. O Diretor de Provas deverá
comunicar ao Árbitro de trabalho o local, endereço,
horários, tipos de provas, e quantidade de cães
inscritos com pelo menos 03 dias de antecedência. Caso
essa comunicação não ocorra, o Árbitro
tem o direito de desistir do compromisso de julgar o evento.
O Diretor de Provas é o responsável pelo controle
dos certificados de vacinação.
Antes de iniciar a prova, o Diretor de Provas deverá
apresentar ao Árbitro as devidas homologações
de datas e eventuais instruções da entidade
superior.
O Diretor de Provas deverá fornecer ao Árbitro
toda a documentação: súmulas, cadernetas
do condutor e os formulários para as anotações
necessárias.
O Diretor
de Provas deverá providenciar:
1. um terreno com a área adequada às Provas
de Faro, bem como a quantidade necessária de marcadores
de pistas;
2. um terreno adequado para a realização da
Seção B (obediência) e Seção
C (Proteção);
3. figurantes especializados, com roupa de proteção
completa (jaqueta, macacão, e manga) como também
dos implementos para os exercícios.
4. pelo menos quatro pessoas para a formação
de cada grupo.
5. bastão flexível revestido de couro.
6. esconderijos suficientes (naturais ou artificiais).
Estes
esconderijos devem ficar situados a mais de 2 metros do limite
natural ou artificial do campo para que o Árbitro possa
guardar a distância apropriada, de maneira que tenha
visão do seu interior.
Em provas locais, quando não houver disponibilidade,
para o CG3 será permitido trabalhar com um só
figurante. Porém, em campeonatos e provas de maior
importância é obrigatório a utilização
de dois figurantes.
Toda qualificação deve ser anotada em todos
os documentos respectivos, qualquer que seja o resultado.
O Diretor de Provas é o responsável pelo transcurso
do evento, devendo permanecer à disposição
do Árbitro durante o tempo que durar a prova.
O Clube organizador deve levar em conta que não se
pode exigir do Árbitro que se desloque por longos trajetos
sob condições climáticas adversas.
Indicações
Adicionais:
A marcação
do rastro para CG deve estar pronta o mais tardar 20 minutos
antes do inicio, para CF1, 30 minutos e para CF2, 40 minutos.
Os comandos verbais estão suficientemente regulamentados
e devem ser emitidos de forma clara e audíveis. (Os
condutores estrangeiros os darão em seu idioma).
Se um condutor se confundir na seqüência dos exercícios
da seção B. o Árbitro será obrigado
a interrompê-lo e dar instruções para
que execute a prova na seqüência correta. Não
se pode descontar pontos por esse erro.
Uma vez iniciada a competição, não se
permite treinar saltos, tampouco dar incentivos com petiscos
durante a prova. Também é proibido dar ao cão
o halteres antes dos exercícios correspondentes.
Não se permite levar brinquedos do cão para
o campo de prova.
Ajudas físicas do condutor também não
são permitidas e serão consideradas faltas e
descontados os pontos correspondentes.
Impedimentos
Físicos:
Se, devido
a um impedimento físico ponderável, um condutor
não puder executar corretamente uma parte do exercício,
esse fato deve ser comunicado ao Árbitro, antes da
Prova. Por exemplo: se, devido a um impedimento físico
o condutor não puder conduzir o seu cão pelo
lado esquerdo, por autorização do Árbitro,
poderá faze-lo pelo lado direito, de maneira análoga.
Porte
obrigatório do colar e da guia:
Por segurança
se exigirá durante todo o transcorrer da prova que
o condutor tenha, em seu poder, uma guia, conseqüentemente
o cão deverá estar usando um colar. Só
se permite colares de corrente com elos, sem espinhos ou ganchos.
A carrana com grampos está inteiramente proibida.
Interrupção
das Provas:
Os cães
que não acompanharem espontaneamente o seu condutor
serão desqualificados e a prova interrompida.
Também deve ser interrompida a seção
quando não for possível continuar o exercício.
Por exemplo:
Durante o faro, o cão segue seu instinto de caça,
farejando alto, e não consegue ser recolocado na pista.
O cão abandona o campo e não retorna mesmo após
o terceiro comando do condutor.
Cães que não largam durante o ataque, mesmo
após o terceiro comando.
Se um condutor é desclassificado da prova por desobediência
do seu cão, não se dará pontuação
mas se anotará na súmula: "Interrupção
por desobediência".
Normas
Disciplinares:
O Diretor
de Provas é o responsável pela ordem e pela
segurança em todo o recinto da competição.
Ao Árbitro é facultado interromper o evento,
a qualquer momento, por falta de segurança ou ordem.
Faltas graves do condutor contra os regulamentos, contra as
regras de proteção aos animais e contra os bons
costumes, podem ocasionar a sua exclusão do evento.
Nestes casos o Árbitro deve fazer uma representação
e informar ao clube respectivo. O Árbitro pedirá
aos envolvidos (clube, grupo, condutor, Diretor de Provas,
testemunhas), seus depoimentos, os quais poderão levar
a uma decisão sobre a medida disciplinar.
As expulsões devem ser decididas pela autoridade competente
do clube ou federação.
A decisão do Árbitro não pode ser impugnada.
Qualquer critica ao Árbitro pode conduzir a uma repreensão
ou a expulsão do campo esportivo e pode ter como conseqüência
medidas disciplinares.
Em eventuais casos nos quais o Árbitro não tenha
obedecido as regras vigentes, pode ser aceita uma representação
por escrito ao clube respectivo, porém, suas decisões
são irrevogáveis e não estão sob
julgamento. Só pode ser apresentada pelo Diretor de
provas e deve ser assinada também pelo eventual prejudicado,
pelo presidente do clube e por uma testemunha. Esta representação
deve ser apresentada até 08 dias depois da ocorrência.
O reconhecimento de uma queixa deste tipo não dá
direito a revisão do julgamento do Árbitro.
REGULAMENTOS
PARA PROVAS DE TRABALHO – FCI / WUSV
PROVA
DE CÃO DE GUARDA GRAU 1 - ("CG1 ")
Máximo
de Pontos: 300
I –
Seção "A" - PROVA DE FARO - CG1.
Pontuação
máxima: 100
Comando: "PROCURA" ou correspondente em língua
estrangeira.
Tamanho da pista: 350 a 400 passos
Marcador: o próprio condutor
Traçado: 3 retas com dois ângulos de 90°
Antecedência: 20 minutos
Seguir
a pista - 80 pontos
02 Objetos (10+10) 20 pontos
O cão,
preso a uma guia de 10 metros de comprimento, ou solto, deve
encontrar dois objetos "perdidos" previamente pelo
seu condutor, numa pista de 350 a 400 passos, marcada com
antecedência mínima de 20 minutos.
A pista deve ter dois ângulos retos e sua direção
será determinada pelo Árbitro, levando em conta
a conformação e topografia do terreno. O ponto
de partida deve ser bem definido, pela colocação
de um marco indicativo à esquerda do ponto de partida
da pista.
Após permanecer algum tempo no ponto de partida (se
permitirá pisar levemente no local de inicio), o condutor
percorre o caminho indicado pelo Árbitro e "perde"
(deixa cair) o primeiro objeto, aproximadamente no meio da
segunda reta (correspondente ao ponto intermediário
entre o primeiro e o segundo ângulo), sem modificar
seu ritmo ou andadura. O segundo objeto deve ser colocado
no final da pista. Depois, o condutor dá mais uns passos
em linha reta e volta às proximidades do local inicial
ou do local onde se encontra o Árbitro, sem passar
pela pista marcada.
É facultativo trabalhar com ou sem guia. Ambas as modalidades
serão pontuadas da mesma maneira. É facultativa
a utilização de peitoral ou colar travado.
EXECUÇÃO
DA PROVA
O cão
não poderá presenciar a marcação
da pista, deverá permanecer escondido.
Antes de iniciar a marcação da pista, o condutor
deve mostrar os objetos ao Árbitro.
Devem ser utilizados objetos de uso pessoal do condutor que
não ultrapassem o tamanho de uma carteira de bolso
e cuja cor não seja muito diferente da cor do terreno.
Ao colocar os objetos, o condutor não poderá,
para acentuar o cheiro, diminuir a marcha e nem esfregar os
pés. Os objetos devem ser "perdidos" sobre
o rastro, e não ao lado dele.
O condutor dirige-se ao cão e prepara-o para a prova.
Após a chamada, se apresenta com seu cão informando
ao Árbitro se o cão indica ou apanha os objetos.
Se o cão indicar e apanhar o objeto ao mesmo tempo,
é considerado falta.
Por ordem do Árbitro o cão deve ser conduzido
calmamente ao ponto de partida. Antes e durante a prova deve
ser evitada qualquer tipo de pressão sobre o cão.
Ao colocá-lo no inicio da pista, o condutor deve dar-lhe
tempo suficiente para que ele a tome, devendo evitar que o
cão saia rapidamente.
Uma vez tomado o rastro, o cão deve iniciar a busca
segundo o traçado estabelecido. Depois da quarta tentativa
mal sucedida de retomar o rastro o Árbitro deve finalizar
a o exame com insuficiente.
Não se permite um novo inicio dentro do traçado
da pista em nenhuma categoria.
Um novo inicio se produz quando o condutor leva o seu cão
na posição "junto" e o coloca novamente
na pista pelo colar ou com a guia curta.
Somente no CG1 o cão poderá ser recolocado nos
primeiros 15 passos, porém com o desconto de até
04 pontos.
O cão deverá farejar calmamente a pista, com
a trufa próxima ao solo. Quando começar a seguir
a pista, o condutor deve permanecer parado deixando deslizar
em sua mão a guia de 10 metros de comprimento, depois
acompanha o cão, conservando a distância de 10
metros. Se o condutor sair antes, deverá ser punido
pela ajuda. Esta distância deve ser mantida, mesmo que
o cão trabalhe sem a guia.
Quando o cão achar o objeto, deve pegá-lo imediatamente
ou indicá-lo claramente, sem qualquer influência
do condutor. Se pegar, pode ficar parado, sentar-se ou voltar
para o condutor. Avançar com o objeto na boca ou apanhá-lo
deitado é considerado falta. A indicação
pode ser feita parado, deitado ou sentado. O condutor, então,
deixa cair a guia e vai imediatamente até o cão,
pega o objeto e suspende-o para mostrar ao Árbitro
que o cão o encontrou. Em seguida o cão continua
a pista. No final da prova os objetos deverão ser apresentados
ao Árbitro.
Durante todo o percurso a guia deverá ser conservada
frouxa.
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Saída
defeituosa, vacilação na tomada da pista, repetidos
círculos nos ângulos, constantes encorajamentos
pelo condutor, apanhar ou indicar incorretamente os objetos,
deixar cair o objeto achado - sofrem descontos de até
04(quatro) pontos.
Colocar o cão várias vezes no inicio da pista,
fazer a pista muito rapidamente, farejar alto prolongadamente,
desviar a atenção para objetos estranhos, urinar
ou defecar - sofrem descontos de até 08 (oito) pontos.
Objetos estranhos apanhados ou indicados erroneamente acarretam
descontos de até 04(quatro) pontos.
Para cada objeto não encontrado são descontados
10 (dez) pontos.
Formas
de Pista - CG1 e CG2:
Em forma
de "U"
Em forma de "manivela"
10 p
27p
27p
10 p
27p
II - Seção
"B"- PROVA DE OBEDIÊNCIA - (CA/CG1)
Pontuação
máxima: 100
Todo exercício
começa e termina na posição básica
(cão sentado corretamente ao lado do condutor). O condutor
deverá manter os pés juntos. O Árbitro
dá as instruções para iniciar o exercício.
Outros movimentos como voltas, paradas, mudanças de
velocidade, etc., serão executados pelo condutor sem
as instruções do Árbitro. É permitido
ao condutor solicitar ao Árbitro que seja instruído.
1 ) Condução
do cão com guia e controle de nervos (15 pontos)
Comando "JUNTO" ou correspondente em língua
estrangeira.
Partindo da posição básica, o cão,
atrelado à guia, deve seguir alegremente seu condutor
sob o comando "JUNTO". No começo do exercício,
o condutor deve andar em linha reta pelo menos 40 a 50 passos
sem parar, executar a meia volta e, após andar mais
uns 10 a 15 passos, passar para trote e depois para passo
lento. O trote e passo lento devem ser mostrados durante pelo
menos 10 passos. Em passo normal deve ser executada uma conversão
à direita, outra à esquerda e uma meia volta.
O cão deve manter seu ombro na altura do joelho esquerdo
do condutor, sem avançar, atrasar ou desviar lateralmente.
A meia volta deve ser executada para a esquerda. Após
a última meia volta e após andar alguns passos,
o condutor deverá parar e o cão sentar-se ao
seu lado.
Somente ao iniciar a marcha e nas mudanças de velocidade
é permitido ao condutor dar o comando "JUNTO".
Quando o condutor pára, o cão deve sentar-se
automaticamente a seu lado sem influência alguma. O
condutor não poderá mudar da posição
em que parou e, principalmente, não pode se aproximar
do cão quando este sentar-se afastado.
Durante todo o exercício a guia deve permanecer frouxa
na mão esquerda do condutor. Por indicação
do Árbitro o condutor e seu cão devem passar
por um grupo de pelo menos quatro pessoas, parando uma vez
no meio e cumprimentando uma delas. O grupo estará
em constante movimento e as pessoas entrecruzando-se.
Atrasar, adiantar, desviar para os lados, demora do condutor
nas mudanças de direção, constituem faltas.
Esquema
para Pista de Obediência (CA, CGs)
PN: PASSO
NORMAL
TR: TROTE
PL PASSO
LENTO
MV: MESA
VOLTA
P: PARAR
CE: CONVERSÃO
À ESQUERDA
CD CONVERSÃO
À DIREITA
PB: POSIÇÃO
BÁSlCA
G: GRUPO
2) Acompanhar
o condutor sem guia (20 pontos)
Comando "JUNTO" ou correspondente em língua
estrangeira.
Por indicação do Árbitro o condutor,
na posição básica, retira a guia do cão,
colocando-a no bolso ou pendurando-a no ombro.
Em seguida, com o cão a seu lado, dirige-se a um grupo
de pessoas, devendo contornar essas pessoas, ao menos uma
vez pela direita e outra pela esquerda, fazendo um movimento
em forma de 8 e, parar pelo menos uma vez no meio do grupo,
cumprimentando uma das pessoas. Terminada a passagem pelo
grupo, partindo da posição básica, executa
os exercícios descritos no nº 1. Durante a execução
destes exercícios são disparados DOIS TIROS
(calibre 6 mm ou 22"). O cão deve mostrar-se INDIFERENTE.
Se mostrar medo deve ser desqualificado imediatamente. Se
tiver ímpetos de atacar, mas permanecer sob o controle
de seu condutor, apenas comete falta leve. O total de pontos
só poderá ser concedido se o cão permanecer
INDIFERENTE.
EXECUÇÃO
DA PROVA
Deve ser
dado valor especial à indiferença ao tiro. Os
tiros devem ser disparados de uma distância de, aproximadamente,
15 passos e com intervalo de 5 segundos. Se o cão,
ao ouvir o tiro, fugir do condutor, deve ser desqualificado
imediatamente.
Se o Árbitro tiver dúvidas sobre a sensibilidade
ao tiro, podem ser dados outros, adicionais, sempre, a 15
passos de distância do cão.
A prova de indiferença ao tiro é feita somente
durante os exercícios no 2 (acompanhar sem guia) e
no 8 (deitar com distração).
3) Sentar
Durante a Marcha (10 pontos)
Comando
"SENTA" ou correspondente em língua estrangeira.
Partindo
da posição básica, o condutor deverá
caminhar em linha reta acompanhado do cão sem guia.
Após andar pelo menos 10 passos, emitirá o comando
"SENTA" e o cão deve sentar-se rapidamente,
sem que o condutor interrompa o ritmo de seus passos ou olhe
para trás. Após mais 30 passos o condutor faz
alto, virando imediatamente de frente para o cão e,
por ordem do Árbitro, volta para o cão colocando-se
ao seu lado direito, na posição básica.
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Se, em
vez de sentar-se o cão ficar parado ou deitar-se, serão
descontados até 05 (cinco) pontos.
4) Deitar
durante a marcha e aproximar-se ao chamado (10 pontos)
Comando
"DEITA, AQUI e JUNTO" ou correspondente em língua
estrangeira.
Partindo
da posição básica, o condutor anda em
linha reta acompanhado do cão sem guia. Após
andar pelo menos 10 passos, dá a ordem "DEITA"
e o cão deve deitar-se rapidamente sem que o condutor
modifique o ritmo de seus passos ou olhe para trás.
Após mais 30 passos o condutor faz alto e vira imediatamente
de frente para o cão e, por ordem do Árbitro,
chama o cão, o qual deve aproximar-se ALEGREMENTE E
COM RAPIDEZ e sentar-se em frente e bem perto do condutor.
Ao comando "JUNTO" deve sentar-se à esquerda
do condutor (posição básica).
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Se, em
vez de deitar-se, o cão ficar parado ou sentado, mas
aproximar-se corretamente ao ser chamado, serão descontados
05 (cinco) pontos.
5) Buscar,
em terreno plano, objeto pertencente ao condutor (10 pontos)
Comando
"BUSCA, LARGA e JUNTO" ou correspondente em língua
estrangeira.
O cão,
sentado sem guia ao lado do condutor, ao único comando
"BUSCA" deve sair rapidamente em direção
ao objeto, atirado anteriormente pelo condutor a uns 10 passos
de distância, pegando-o e trazendo-o imediatamente.
Deve sentar-se bem perto e em frente ao condutor, conservando
o objeto na boca até que, após um curto intervalo,
seja retirado com o comando "LARGA". Ao comando
"JUNTO", deve sentar-se à esquerda do condutor.
Para esta prova pode ser usado um "haltere" ou um
objeto pertencente ao condutor. Este deve permanecer na posição
inicial até que o cão tenha terminado o exercício.
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Se o cão
deixar cair, brincar ou mastigar o objeto serão descontados
até 04(quatro) pontos.
Se o condutor mudar da posição inicial serão
descontados até 03 (três) pontos.
Se o cão não trouxer o objeto perderá
o total dos pontos.
6) Buscar
um objeto pertencente ao condutor em salto livre sobre um
obstáculo de um metro de altura por um metro e cinqüenta
centímetros de largura (15 pontos)
Comandos:
"PULA, BUSCA, LARGA e JUNTO" ou correspondente em
língua estrangeira.
O condutor
fica, a uma distância adequada, de frente para o obstáculo,
com o cão sem guia sentado ao seu lado esquerdo. Pode
ser usado um haltere ou um objeto pertencente ao condutor,
que deve atirá-lo por cima do obstáculo. Aos
comandos "PULA" e "BUSCA" o cão
deve saltar o obstáculo em salto LIVRE, abocanhar imediatamente
o objeto e traze-lo de volta, saltando por sobre o obstáculo,
sentar em frente ao condutor e conservar o objeto na boca
até que aquele, após curto intervalo, o retire
usando o comando "LARGA". Ao comando "JUNTO"
deve sentar-se ao lado esquerdo do condutor. O comando "BUSCA"
deve ser dado antes que o cão chegue ao objeto.
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Se o cão
tocar levemente o obstáculo, serão descontados
até 02 (dois) pontos.
Se o cão tocar fortemente ou apoiar-se levemente na
tábua, serão descontados até 03 (três)
pontos.
Apoiar-se fortemente, deixar cair, brincar, mastigar ou soltar
o objeto, serão penalizados com descontos de até
04(quatro) pontos.
Salto correto e trazendo o haltere, sem falhas = 15 pontos.
Salto de volta não executado, trazendo o haltere corretamente
= 05 pontos.
Salto de ida não executado, mas trazendo o haltere
corretamente = 05 pontos.
Saltos executados corretamente, mas não trazendo o
haltere = 05 pontos.
Não executando salto algum, embora trazendo o haltere
= 00 pontos.
Se o objeto cair lateralmente devido a forte vento ou por
falha do condutor, com autorização do Árbitro,
poderá ser repetido o arremesso, sem perda de pontos.
Enquanto o cão salta, se o condutor, mesmo sem se mover
do lugar, der qualquer auxilio, haverá desconto de
pontos.
Se o condutor sair de sua posição para influenciar
ou ajudar o cão, serão descontados pontos tanto
no salto de ida como no de volta.
Bater no obstáculo, o que, forçosamente, obriga
o condutor a sair de sua posição, deve ser considerado
auxilio tão grande que ocasionará perda total
dos pontos. O condutor deve manter-se imóvel durante
todo o exercício.
O mesmo obstáculo deve ser usado para todos os cães
que concorrem à mesma prova.
O cão receberá avaliação parcial
quando executar pelo menos duas das tarefas, corretamente.
Saltar ida, pegar haltere, saltar volta.
7) Mandar
em frente e deitar (10 pontos)
Comandos:
"EM FRENTE, DEITA e SENTA" ou correspondente em
língua estrangeira.
Por indicação
do Árbitro o condutor caminha com o cão, sem
guia, 10 a 15 passos na direção indicada.
Levantando o braço, emite o comando "EM FRENTE".
O cão deverá dirigir-se rapidamente, em linha
reta, na direção indicada, percorrendo pelo
menos 30 passos. Quando cumprir esta distância deverá
ser emitido o comando "DEITA" e o cão deverá
deitar-se imediatamente. O braço do condutor poderá
permanecer levantado até que o cão tenha se
deitado. Por ordem do Árbitro o condutor vai até
o cão colocando-se corretamente ao seu lado direito
e emitindo o comando "SENTA". O condutor reatrela
a guia no cão.
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Levantar
o braço repetidamente não é permitido.
O cão deverá afastar-se em linha reta, porém
um pequeno desvio não é considerado falta. Desvio
forte, distância demasiadamente curta, deitar prematuro
e vacilante, levantar antes do condutor colocar-se ao lado,
constituem faltas penalizadas com desconto de pontos.
8) Ficar
deitado com distração (10 pontos)
Comandos:
"DEITA e SENTA" ou correspondente em língua
estrangeira.
Antes
do começo do exercício de obediência de
outro cão participante, o condutor faz seu cão
deitar, a cerca de 40 passos de distância do local onde
se realiza a prova, sem deixar a guia ou outro objeto qualquer
ao seu lado. Sem sair do campo visual do cão, o condutor
se afasta 30 passos do mesmo, sem olhar para trás,
permanecendo calmamente de costas para o cão. Este
deverá permanecer deitado, sem nenhuma influência
do condutor, enquanto o outro animal participante executa
os exercícios de nº 1 a nº 6, após
o que o condutor vai buscar o cão.
O condutor deverá permanecer no lugar indicado pelo
Árbitro, no recinto da prova, de costas para o cão,
até a indicação para ir buscá-lo,
quando deverá colocar-se ao seu lado direito e dar
o comando "SENTA".
AVALIAÇÃO
DAS FALTAS
Qualquer
ajuda furtiva ou movimentação do condutor constituirão
faltas. Se o cão levantar-se quando o condutor a ele
se dirigir no final do exercício, também constituirá
falta e perderá pontos.
Se o cão sentar-se ou levantar-se, mas não sair
do lugar, terá uma avaliação parcial.
Se o cão sair do lugar mais de 3 metros antes do término
do 3º exercício (sentar durante a marcha) serão
descontados 10 pontos.
Se sair do lugar após o 3º exercício, poderá
receber somente avaliação parcial.
Se o cão levantar-se e andar em direção
ao condutor quando este a ele se dirigir no final do exercício,
sofrerá desconto de até 03 (três) pontos.
lIl –
Seção "C" - PROVA DE DEFESA - CA/CG1
Pontuação
máxima: 100
Revistar
05 pontos
Guardar e indicar com latidos 10 pontos
Condução sem guia até assalto 05 pontos
Assalto 40 pontos
Repelir um ataque com atitude vigilante e posterior imobilização
do adversário
40 pontos
Total:
100 pontos
1 - Revistar
( 5 pontos)
Comando
"REVISTA" e "AQUI" ou correspondente em
língua estrangeira (se permite uma combinação
com o nome do cão). Por indicação do
Árbitro, o condutor ordena ao seu cão fazer
as batidas.
O cão deve realizar duas batidas laterais, uma à
direita e outra à esquerda ( ou vice-versa).
2 - Guardar
e indicar com latidos ( 10 pontos)
Quando
o cão localizar o figurante, deve latir sem tocá-lo.
O condutor permanece parado na linha central imaginária
do campo.
O cão deve vigiar atentamente o figurante, sem ajudas
do seu condutor, até ser chamado. Deve atuar de forma
atenta, a curta distância, com autoconfiança,
latindo firmemente.
Não se permitirá ajudas sonoras ou sinais para
latir. A conduta segura e vigilante do cão deve ser
observada. Se permitem rodeios ao figurante, mas sempre com
atenção e de bem perto.
Por indicação do Árbitro o condutor vai
buscar o seu cão, recoloca a guia e se esconde juntamente
com o cão no biombo.
Se indica um novo esconderijo para o figurante a aproximadamente
70 a 80 passos dali.
3 - Condução
sem guia para o assalto (05 pontos)
Por indicação
do Árbitro, o condutor sai do esconderijo, toma posição
tira a guia do cão. A guia deverá ser colocada
no bolso ou pendurada a tiracolo. Sob comando o condutor e
seu cão caminham a passo normal em direção
ao esconderijo indicado. Se o cão não permanece
junto do condutor, o Árbitro ordena ao figurante que
antecipe o ataque. Pelo fato de adiantar-se o cão perderá
05 pontos. Uma avaliação parcial será
feita quando o condutor e seu cão já tiverem
percorrido, pelo menos, a metade da distância na posição
correta.
4 - Assalto
- defesa ante um ataque surpresa ( 40 pontos)
Por indicação
do Árbitro o figurante efetua um ataque sem falar ou
gritar (ou sem emitir qualquer som) contra o condutor e o
cão. O cão deve repelir o ataque de forma enérgica
e segura, mordendo de forma cheia e firme. Depois que o cão
mordeu, o figurante Ihe desfere dois golpes de vara forrada
de couro, nos flancos, ou na região da cernelha. É
permitido ao condutor incentivar o seu cão para a reação.
Por indicação do Árbitro o figurante
termina o ataque e fica quieto, parado. O cão deve
soltar imediatamente ou após um único comando
"larga" e deve continuar vigiando atentamente ao
figurante.
O condutor por ordem do Árbitro vai com o seu cão
até o final do campo, e se esconde em um dos esconderijos,
aguardando nova ordem do Árbitro.
5 - Repelir
um ataque com atitude vigilante seguida de imobilização
(40 pontos)
O Árbitro
indica ao condutor que saia do esconderijo e dirija-se ao
local indicado (linha central). O cão deverá
estar atrelado à guia. Não deve receber nenhum
tipo de estimulo e deve sentar-se tranqüilamente ao lado
do condutor. Esta condição deverá ser
mantida até que se indique para repelir o ataque, com
o comando "VAI" ou correspondente em língua
estrangeira.
Se o cão estiver muito inquieto se descontará
até 03 pontos.
A uma indicação do Árbitro, o figurante
abandona o esconderijo, previamente localizado a uma distância
de 70 a 80 passos, e, em passo normal, cruza o campo em direção
à linha lateral mais distante. O condutor ordena que
ele para e o figurante não cumpre a ordem. Ao invés,
ataca frontalmente o condutor e o cão.
O Árbitro imediatamente após o ataque dá
ao condutor a indicação de reagir. Imediatamente
o condutor dá ao seu cão a ordem de atacar com
o comando "VAI" e permanece parado.
O cão deve partir para o figurante, pegá-lo
mordendo-o com impulso, energia e firmeza, repelindo o ataque.
Uma vez que o cão mordeu, o figurante depois de breves
ameaças - sem porém desferir golpes de vara
- deve suspender o ataque seguindo a indicação
do Árbitro. Em seguida o cão deve largar sem
comando, ou após um único comando "larga",
e deve montar guarda atenta de modo a imobilizar o figurante.
Com orientação do Árbitro o condutor
de aproxima a passos normais do seu cão. Com o comando
"senta" o coloca na posição básica.
Se o cão já estiver sentado, é permitido
confirmar a posição com o comando "senta".
O condutor permite que o figurante se afaste 3 passos e Ihe
ordena que levante os braços, para em seguida fazer
com que o cão se deite. O condutor desarma o figurante.
Depois de revistá-lo o condutor volta para o cão.
Comanda "SENTA" e recoloca-lhe a guia. Antes que
comece o transporte lateral, o condutor deve tomar a posição
básica, de modo que o cão fique entre o figurante
e ele. Como termino do exercício o condutor se apresenta
ao Árbitro.
O figurante abandona o campo. O Árbitro comunica a
pontuação obtida.
(abaixo
o esquema para CA e CG1)
Esquema
de Pista Seção "C" / CA-CG1
|