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Prefeitura fiscaliza e orienta pessoas que acumulam cães e gatos em São José dos Pinhais

Secretarias municipais do Meio Ambiente, Saúde, Assistência Social e Segurança notificam acumuladores de cães Foto: Silvio Ramos

A Prefeitura de São José dos Pinhais organizou ação conjunta para orientar e se for o caso notificar pessoas que acumulam cães dentro de casa.

Após denúncias, as secretarias municipais do Meio Ambiente, Saúde, Assistência Social e Segurança vão aos locais indicados e verificam a situação dos animais, a segurança e a pessoa responsável.

Por vezes, vizinhos reclamam do mau cheiro ou barulho que os animais causam, mas também relatam más condições em que os bichos são guardados. Veterinários são acompanhados de Guardas Municipais para fazer a vistoria nas casas. Nesta semana, a ação foi feita no bairro Afonso Pena.

A veterinária Dariane Catapan, acompanhada do veterinário da UVZ (Unidade de Vigilância de Zoonose) Haroldo Greca Junior entraram na residência indicada com a permissão da proprietária para avaliar a condição dos animais. “Contamos 18 cães e segundo a dona dos animais há mais 15 gatos dentro da casa, sendo que o permitido por lei são 10 animais” diz a veterinária.

A proposta da Secretaria do Meio Ambiente foi castrar todos os animais, vacinar, aplicar anti-pulgas, vermífugos e levar para a adoção, e consequentemente melhorar a vida dos bichos e dela própria, que é idosa e mora sozinha. Ela recebeu um prazo de 30 dias para reduzir o número de animais em casa.

Haroldo Júnior disse que a equipe não conseguiu examinar os animais devido ao espaço de difícil acesso, escuro e úmido. “Tinha um gato em cima de uma prateleira, agitado e andando de um lado para o outro junto com dois cachorros. A situação é bem critica”, afirmou. Haroldo informou que animais que apresentam extremo sofrimento, debilitados ou com lesões graves, podem ser encaminhados para eutanásia.

Para animais em condições de serem entregues a outra pessoa, a Unidade de Vigilância de Zoonose providencia a adoção assistida. Caso o animal não esteja sendo bem tratado, o adotante terá um prazo para corrigir as situações, ou então o animal será encaminhado para a Secretaria do Meio Ambiente. Em caso de maus-tratos, os donos respondem judicialmente.

Haroldo explica que os acumuladores não têm a intenção de maltratar os animais, mas acabam não dando conta de cuidar. “Os acumuladores gostam dos animais e geralmente não deixam entrar na casa para ver os animais com medo de perdê-los, eles abrem mão de tudo pelos animais e acabam prejudicando a própria saúde”, relata o veterinário.

Fonte: Agora Paraná - Publicado neste site em 04/08/2012