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Dez áreas de Teresina serão vistoriadas contra o calazar

As ações são desenvolvidas pela Gerência de Zoonoses (Gezoon), da Fundação Municipal de Saúde (FMS)

As ações para intensificar o controle da leishmaniose continuam sendo realizadas nos bairros de Teresina que apresentaram casos de calazar em humanos nos últimos três anos. Desenvolvidas pela Gerência de Zoonoses (Gezoon), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), as equipes de endemias estão concluindo o Inquérito Sorológico Canino (ISC) em quatro bairros do total de dez áreas da Capital que serão vistoriadas.

Entre as áreas que já estão em andamento a coleta de material para exame e o recolhimento dos animais que tiveram resultado positivo para calazar estão os bairros Santo Antônio, São Sebastião, Bela Vista e Angelim. No bairro Santo Antônio foram coletadas 2.222 amostras, sendo 1.104 com sorologia positiva. Nos demais bairros, a fase de coleta de amostras está terminando e, após os exames, as equipes passarão para o recolhimento dos animais que estiverem contaminados pelo calazar.

A coordenadora da Equipe Técnica de Controle de Raiva, Leishmaniose e outras Zoonoses, Rosângela Cavalcante, afirma que é de fundamental importância que os moradores colaborem com as equipes de endemias, deixando que os profissionais levem os animais contaminados.

'Muitos moradores se recusam a entregar seus animais. É importante que essas pessoas entreguem os animais, pois com a presença deles nas suas residências, elas ficam vulneráveis a adquirir a doença, uma vez que ela é transmitida do animal para o humano, por meio de um mosquito', alerta Rosângela.

A coordenadora destaca ainda a importância dos moradores em permitir a entrada dos agentes de endemias da Prefeitura de Teresina em suas casas. Os agentes portam, além do uniforme característico, crachá com identificação e telefone da Zoonoses (3215-7789).

Atitudes simples como: a limpeza de quintais com a remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, por exemplo, também ajudam a combater a doença, uma vez que o mosquito que a transmite ao cão e ao homem coloca os ovos em locais ricos em matéria orgânica em decomposição e com baixa luminosidade.

O proprietário de um cão comprovadamente positivo deve seguir a recomendação do Ministério da Saúde, que recomenda a eutanásia dos cães infectados e proíbe o tratamento dos mesmos com medicamentos utilizados em seres humanos.


Fonte: Brasil Portais - Publicado neste site em 20/07/2011