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Leishmaniose atinge 17% dos cães e 59 são recolhidos por mês na Capital

A cada 10 cachorros que fazem o teste de Leishmaniose no CCZ (Centro de Controle de Zoonose), em Campo Grande, em média 1,7 é diagnosticado com a doença. Ou seja, 17% dos cachorros estão com a doença.

Isso significa que, por mês, 59 cachorros são atestados com leishmaniose na Capital, considerando que o CCZ realiza aproximadamente 350 exames mensais para identificar a doença nos animais.

De acordo com o CCZ, mais ou menos 40% dos animais que chegam ao órgão para realizar o exame estão em fase avançada da doença e apresentam até sintomas da leishmaniose.

Quando é comprovado que o animal é portador da doença, o Centro de Controle de Zoonose aconselha a sacrificá-lo, mas deixa critério do dono em optar pelo tratamento, que é feito em clínicas particulares. O órgão municipal não divulga a porcentagem dos cães que são diagnosticados com a doença e são sacrificados.

O perigo de manter um animal em casa em tratamento, segundo o CCZ, é que eles podem produzir parasitas na pele e é um potencial reservatória da leishmaniose. Porém, a justificativa é questionada por alguns veterinários que defendem a eficácia do tratamento da doença.

Para evitar a contaminação do animal, o CCZ orienta que moradores que tenham animais de estimação em casa evitem restos orgânicos que propiciam a proliferação dos vetores, e não manter animais doentes no mesmo quintal do imóvel.


Fonte: Campo Grande News - Publicado neste site em 29/12/2013