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Cães minis precisam de acompanhamento médico constante

Cresce tendência no mercado pelos pequeninos; tamanho reduzido requer mais atenção e cuidado

Divulgação
A raça yorkshire terrier está entre as de menor porte que, pequenas e delicadas, exigem mais cuidados e atenção (Foto: Divulgação)

Cada vez mais cresce o interesse de criadores por cães minúsculos, em particular os da raça yorkshire terrier. Pequenos e delicados, eles exigem mais cuidados no manejo, assim como uma alimentação adequada. 

Para o médico veterinário Eduardo Michetti, quanto menor o animal, mais sensível ele é. “A reprodução deve ser assistida, na maioria das vezes necessitando de uma cesariana”, explica o médico.

Existem no mercado cães que chegam a pesar menos de um quilo. Os criadores oficiais não reconhecem os nomes mini, micro, zero ou anão para eles. O padrão oficial da raça, publicado pela Confederação Brasileira de Cinofilia, filiada à Federação Cinológica Internacional, estabelece que um yorkie adulto deverá ter o peso máximo de 3,150 kg, sem estabelecer peso mínimo.

“Eu não condeno a criação dos minis, a menos que tenham um bom acompanhamento. Imagine o tamanho do coração de um animal que pesa algumas gramas”, lembra Michetti.

Por conta disso, os exemplares minúsculos devem ter um acompanhamento médico bem de perto. “A dosagem de medicamentos para animais de pequeno porte deve ser feita com muita cautela. Eu mando manipular, para não ter erro”, diz o veterinário.

Raquel Santana / Jornal Tribuna Impressa
Ivanilde Gomes da Silva Murano com Mya e Bebel, que são acompanhadas de perto por veterinário (Foto: Raquel Santana / Jornal Tribuna Impressa)

A dona de casa Ivanilde Gomes da Silva Murano tem dois mini yorkshiries: a Bebel, de 1,5 ano, e a Mya, de 7 anos. Bebel pesa apenas um quilo e Bebel, mais velha, o dobro do peso.

Segundo Ivanilde, ambas são saudáveis e seguem acompanhadas de perto por um veterinário. “Elas tomam todas as vacinas em dia, comem ração especial, tomam banho a cada 15 dias e saem para passear para diminuir o estresse”, conta.

A dona de casa não pretende cruzar a mais velha. Já Bebel, a mais nova, ganhará um namorado no próximo cio. “Pedi orientações ao veterinário e ele me disse que, assim como elas, os filhotes são minúsculos. E vamos ter que fazer uma cesariana. Mas ela está ótima de saúde, não tenho medo”, afirma.

Ivanilde comprou os animais sem saber que permaneceriam tão pequenos. “Foi coincidência e sorte, pois elas são lindas. Toda vez que voltam do banho, gostam de subir em cima do sofá e posar para uma foto, que depois vai para a internet”, relata, orgulhosa a dona dos cães.

Fonte: A Cidade - Publicado neste site em 09/04/2013