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Boletim Eletrônico - N° 1383 - #3
  
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Cães auxiliam trabalhos sociais

Há dois meses, a golden Haylei recepciona os pacientes na porta da AACD, no Rodeio; agora, ela vai auxiliar na fisioterapia / Foto: Gustavo Rejani

Aquela velha máxima que diz que o cão é o melhor amigo do homem nunca se encaixou tão perfeitamente na vida das pessoas beneficiadas com a alegria que o bicho de estimação leva aos hospitais e entidades do Município. Até o Corpo de Bombeiros de Mogi monta o seu próprio canil para adestrar cachorros que, futuramente, vão auxiliar nas buscas de vítimas em acidentes e também fazer “visitas” sociais em asilos e hospitais.

Por meio da Terapia Assistida por Animais, muitos pacientes em tratamento contra o câncer ou em processo de reabilitação amenizam o sofrimento com a entrega aos encantos que os cães proporcionam, com um amor que independe da aparência física, estado psicológico ou humor.

Há dois meses, a Haylei, uma golden retriever, cor de mel, de 1 ano e 3 meses, tem marcado presença na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) de Mogi das Cruzes, no Rodeio, para a alegria dos mais de 100 pacientes da entidade, que trabalha pelo bem-estar de pessoas com deficiência física. “Por enquanto, estamos apenas na parte social, na porta de entrada da AACD, mas depois vamos entrar na parte da terapia, auxiliando na fisioterapia do paciente”, explica o adestrador Ricardo Cardoso, da Oficina dos Bichos, de Mogi.

É ele quem que se encarrega de deixar a Haylei bonita e cheirosa, além de ensinar-lhe todos os truques para “suportar”, elegantemente, as várias puxadas de rabo e de orelha que ela leva da criançada, que se entrega a esse encanto. As visitas, ressalta a presidente do Conselho Regional da AACD de Mogi, Onélia Maria do Carmo Pinto Miranda, ocorrem sempre nas quartas e sextas-feiras, e dura em média uma hora. “Esse tempo é mais do que precioso para essas crianças. O sorriso delas é compensador”, comenta Onélia.

O pequeno Leandro Pires Ferreira, de 7 anos, tem paralisia cerebral desde os três meses e as suas mãozinhas só ficavam fechadas. Hoje, segundo o pai dele, o comerciante Raimundo Rodrigues Ferreira, de 58 anos, Leandro já abre as mãos, graças aos muitos carinhos que ele faz à cadela Haylei. “Ele não fala, mas entende tudo o que nós falamos, e ver esse sorriso no rosto dele, ao acariciar a cachorrinha, só me traz alegria”.

Em 2010, o Centro Oncológico Mogi das Cruzes e a Associação Beneficente de Controle do Câncer Alto Tietê (ABCC AT) chegaram a oferecer esse tipo de terapia, mas pararam. O serviço foi reabilitado, na semana passada, quando a farmacêutica Monalisa Bittencourt, de 32, dona da também golden retriever Nicole, de 6 meses, mostrou interesse em levar a sua cachorra a esses locais como forma de proporcionar conforto e alegria aos pacientes que lutam contra o câncer.

“A Nicole não é treinada para esse tipo de ação, mas quero adestrá-la para que ela possa levar felicidade às pessoas que se encontram hospitalizadas”, ressalta Monalisa. No Centro Oncológico, Nicole se encantou, logo de cara, com o inspetor de transportes Maurício Lima de Jesus, de 56 anos, que transbordou de alegria. Ele estava no Centro Oncológico para encerrar as sessões de radioterapia do seu tratamento de câncer de próstata, descoberto há dois anos.

No 17º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes são duas as cachorrinhas que têm levado mais alegria aos profissionais que atuam no posto do Shangai. Trata-se da Amarula, de 1 ano e 9 meses, e de Pandora, Kiara ou Sophia (o nome ainda está em processo de votação no site do Festcão), de apenas 4 meses, as duas da raça labrador. Mas elas não estão ali para brincar. “Cães bombeiros”, Amarula e pretinha, como é provisoriamente chamada a caçula, estão sendo adestradas para auxiliar em operações de salvamento de vítimas soterradas e futuramente também fazer trabalhos sociais nas entidades da Cidade e da Região do Alto Tietê.

De acordo com o comandante do Posto dos Bombeiros (PB) do Shangai, o tenente Reinaldo Almeida Nascimento, a ideia é criar um canil com a presença de quatro cães, ou seja, faltam ainda dois cachorros para completar esse quadro desejado para o 17º GB.

“E a proposta é que eles também venham por meio de doação, como foi o caso da Amarula, que veio de Jacareí, no Vale do Paraíba, e da ‘pretinha’, um presente de um ex-vereador”, comenta o tenente, ao se referir ao animal que ainda aguarda por um nome definitivo.


Fonte: O Diário - Publicado neste site em 15/11/2013

 

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